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Filosofia

Graduação em Filosofia pela Faculdade São Bento do Rio de janeiro (FSB-RJ).

Concluída em 2011 com a monografia:

Sobre a bela πόλιςUma reflexão filosófica a partir do capítulo 7 do livro Λ da obra Metafísica de Aristóteles.

Resumo

O advento da πόλις constitui sem dúvida um marco importantíssimo para o homem grego. E certamente um dos elementos que a caracterizam é fato de que ela não se constitui apenas como um território, enquanto demarcação geográfica, que tem independência em relação aos demais, mas πόλις indica onde os seus habitantes se fazem reconhecer como cidadãos. Mas seria a cidade grega bela? A temática do belo indubitavelmente, perpassou os séculos e continua absolutamente presente na existência dos seres humanos, e naturalmente a πόλις, local privilegiado da atividade filosófica intrinsecamente ligada a busca dos conceitos, também procurou saber o que vem a ser o belo. É interessante o que diz Aristóteles a esse respeito. Segundo ele, a referência para se definir o belo deve ser atribuída à divindade, uma vez que sendo esta um ser que existe necessariamente, existe como belo e deste é princípio. Para que a πόλις funcione bem, ou seja, para que cumpra verdadeiramente a sua função é necessário que ela esteja vinculada ao seu princípio primeiro. De fato, a vida prática da πόλις passa pela necessidade de um princípio metafísico, que neste caso, segundo esta pesquisa, é o princípio primeiro do belo.

 

Palavras-chave: Aristóteles, Belo, Πόλις, Metafísica.

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